O judô Paralímpico é praticado por atletas cegos e com baixa visão, que, divididos em categorias por peso, lutam segundo as mesmas regras da Federação Internacional de Judô.
Poucos aspectos diferem do judô convencional. São eles: os atletas iniciam a luta com a pegada feita (um segurando no quimono do outro); a luta é interrompida quando os oponentes perdem o contato; e não há punições para quem sai da área de combate.
Atualmente o CESEC é o detentor do bicampeonato do Grand Prix Infraero de Judô para Cegos, o equivalente ao campeonato brasileiro do Judô Paralímpico.
Além dos judocas Antonio Tenório, Denis Rosa, Harlley Arruda e Lúcia Teixeira Araújo, que integram a seleção brasileira principal de Judô Paralímpico, o CESEC segue a tradição de revelar talentos mantendo na seleção juvenil de judô as atletas Kelly Fernanda Mazzi e Giulia dos Santos Pereira, grande esperança de medalhas para o Brasil nos jogos Paralímpicos de Tóquio 2020..